CEEE Equatorial supera em 13% meta de melhorias na rede elétrica de Torres no primeiro semestre de 2026
Ao todo, distribuidora realizou mais de 1,5 mil ações no município; novos investimentos foram executados entre junho e julho
No primeiro semestre de 2026, a CEEE Equatorial realizou mais de 1,5 mil ações de manutenção e obras no sistema elétrico que atende em Torres, no Litoral Norte. O total de melhorias realizadas corresponde a 13% acima do planejado pela distribuidora para o período – 1,3 mil. Entre as melhorias estão atividades de vistoria e manutenção preventiva, podas, instalação de novos equipamentos e ampliação de rede, entre outras ações.
Marcando a continuidade dos investimentos, a CEEE Equatorial executou mais de 50 novas ações no município neste mês. Entre os dias 30 de junho e 2 de julho, a equipe de Serviços Técnicos e Comerciais (STC) fez podas, instalação de novos equipamentos de segurança e a modernização de componentes da rede, de acordo com o cronograma de melhorias do segundo semestre.
As informações sobre os serviços realizados em Torres e nos demais 71 municípios da área de concessão podem ser acompanhados no site Mais Energia RS (maisenergiars.com.br).
Trabalho contínuo desde 2021
Desde que assumiu a concessão, em 2021, a CEEE Equatorial já investiu mais de R$ 16,5 milhões nos sistemas de baixa e alta tensão que atendem à região, incluindo a modernização de subestações e linhas de distribuição.
Entre os principais resultados desse trabalho estão:
1,1 mil quilômetros de redes inspecionadas preventivamente;
1,5 mil podas realizadas;
Troca de mais de 3,1 mil postes;
170 novos transformadores instalados;
Instalação de 13 equipamentos automatizados.
Melhora histórica dos indicadores
O planejamento estratégico e os investimentos realizados pela CEEE Equatorial têm consolidado uma evolução técnica e estrutural na rede elétrica gaúcha. Desde 2021, já foram destinados mais de R$ 3,8 bilhões à modernização, automação e ampliação do sistema elétrico em toda a área de concessão.
Esses investimentos têm proporcionado maior estabilidade no fornecimento, especialmente em períodos de alta demanda e diante de eventos climáticos, com reduções históricas nas interrupções:
Queda na frequência (FEC): indicador que mede quantas vezes, em média, o cliente fica sem energia ao longo do ano, caiu de 10,28, em junho de 2021, para 4,47 interrupções em 2025, abaixo da média nacional de 4,66. A redução, superior a 56%, representa o melhor resultado já registrado na concessão.
Queda na duração (DEC): o tempo médio em que o cliente permanece sem energia caiu de 20,45 horas, em junho de 2021, para 9,84 horas em 2025, atingindo o menor patamar da história e aproximando-se da média nacional, de 9,30 horas.
Foto: Eduardo Rocha